Cheguei em casa as seis da tarde, e jurei a mim mesma que no outro dia compensaria o tempo roubado do trabalho. Eu era justa, ó se era. Se saia dois minutos antes do horário combinado, no outro dia era a última a sair do escritório.
Joana. Esse é o nome registrado em todos os meus documentos, e que eu amava até saber que em conversas casuais de conhecidos, ele acabava recebendo alguns adjetivos. Ouvindo-se de longe, até que não eram tão ruins. Mas isso não acontece quando se tratam de você.
"Ah... A Joana. É aquela moça boazinha?"
Segundo os colegas de trabalho eu te ajudaria a sair da fossa. Os da faculdade, repitiam diversas vezes que eu era ótima de cama e minhas roupas intímas não eram velhas e amareladas. Na minha família? Se perguntavam o porquê de não ter feito psicologia. E tudo piorou quando ouvi do meu melhor amigo, que eu indicava uma segunda chance a amores arruinados. Amores arruinados? Eu? Foi ai que percebi a encrenca que haviam me metido. Essa minha fama de reconstrutora de corações fez com que gastasse metade do meu batom vermelho favorito à toa. Quem diria, uma moça bonita e boazinha marcando encontro com homens interessantes que nunca seriam seus. Não entendia o problema. Eu me arrumava em dez minutos sempre, gostava de conversar sobre futebol e sabia um pouco sobre economia e jogos antigos, mas isso não bastava. Eu era escolhida para fazerem tentativas falhas de esclarecer sentimentos. E adivinhem? A ex-namorada sempre eram especiais e eles iam embora como água engarrafada no deserto.
No começo eu me descabelava, era possivel encontrar alguem que não estivesse com problemas em relacionamentos antigos e infelizes?
Não Joana. Entenda que corações intactos só abaixo de 13 anos e você está um pouco velha para garotos desta idade. Droga.
Até que um dia, enquanto comia porcarias, encontrei a solução para os meus problemas amorosos.
Homens gostam de problemas, pensei. E eu não tinha nenhum.
Joana. Esse é o nome registrado em todos os meus documentos, e que eu amava até saber que em conversas casuais de conhecidos, ele acabava recebendo alguns adjetivos. Ouvindo-se de longe, até que não eram tão ruins. Mas isso não acontece quando se tratam de você.
"Ah... A Joana. É aquela moça boazinha?"
Segundo os colegas de trabalho eu te ajudaria a sair da fossa. Os da faculdade, repitiam diversas vezes que eu era ótima de cama e minhas roupas intímas não eram velhas e amareladas. Na minha família? Se perguntavam o porquê de não ter feito psicologia. E tudo piorou quando ouvi do meu melhor amigo, que eu indicava uma segunda chance a amores arruinados. Amores arruinados? Eu? Foi ai que percebi a encrenca que haviam me metido. Essa minha fama de reconstrutora de corações fez com que gastasse metade do meu batom vermelho favorito à toa. Quem diria, uma moça bonita e boazinha marcando encontro com homens interessantes que nunca seriam seus. Não entendia o problema. Eu me arrumava em dez minutos sempre, gostava de conversar sobre futebol e sabia um pouco sobre economia e jogos antigos, mas isso não bastava. Eu era escolhida para fazerem tentativas falhas de esclarecer sentimentos. E adivinhem? A ex-namorada sempre eram especiais e eles iam embora como água engarrafada no deserto.
No começo eu me descabelava, era possivel encontrar alguem que não estivesse com problemas em relacionamentos antigos e infelizes?
Não Joana. Entenda que corações intactos só abaixo de 13 anos e você está um pouco velha para garotos desta idade. Droga.
Até que um dia, enquanto comia porcarias, encontrei a solução para os meus problemas amorosos.
Homens gostam de problemas, pensei. E eu não tinha nenhum.


Muito legal, vc escreve muito bem ^^
ResponderExcluirObrigada! (:
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